por Caroline McKinnon (repórter do MJEOL)
“É um som que você nunca ouviu na vida”, disse, de maneira entusiasmada, o produtor Rodney Jerkins, presidente da Darkchild Productions, a Diane D’Alo do fã-clube Angel em abril de 1999. “Definitivamente diferente de tudo mais…”, continuou. “... Definitivamente algo que ninguém ouviu antes.”
O som inovador a que ele se referiu era tema do último presente de Michael Jackson, “Invincible”. Mais tarde foi lançado em outubro de 2001, apesar do fato de que Jerkins afirmou que estava “quase [pronto], nalguns meses”. A demora infamante do lançamento que importunou “Invincible”, tornou-se uma lenda da indústria bem discutida. A linha de tempo não foi nem um pouco raro para Jackson, entretanto. Em verdadeiro estilo perfeccionista, o Rei do Pop é bem conhecido por grandes períodos de gravação: re-gravações, recortes de última hora entre lançamentos de álbuns e uma média aproximada de cinco a sete anos entre finalizações de projetos. Sem levar em consideração, parece que a Sony, selo de Jackson, desenvolveu uma amnésia seletiva neste caso. Eles não alertaram sobre o "sumiço" dos orçamentos do álbum de Jackson, supostamente acumulados em mais de US$ 30 milhões, e deram a ele o título de “álbum mais caro já produzido”.